Alguns dias atrás, fizemos um pequeno passeio numa tarde de Domingo, o qual mais não serviu para espairecer um pouco, explorar um ou dois percursos novos e, no que toca a mim, ganhar um pouco mais de experiência com a LC8.
Partiram este pequeno passeio “off-road”, Eu e o Miranda nas LC8, o Gregório na Dominator e o Pedro Freire na sua LC4, todos embebidos de um espírito domingueiro, ou seja, nas calmas
O primeiro percurso a sério foi na freguesia da Covoada, com um trilho com zonas muito enlameadas e molhadas, mas muito divertido de atravessar

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Acho que esta lama possui propriedades medicinais
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A vista era fabulosa e ajudava a manter um espírito calmo e descontraído:


Hehehe…, quando pensavamos que a lama acabava, ela aparecia de novo e em mais quantidade. Espectáculo!!!

Este percurso era um pouco coberto pela vegetação, tornando algumas partes ainda mais belas, mas igualmente mais húmidas:

A minha LC8 estava como peixa na água, ou seja, ultrapassava tudo sem qualquer dificuldade e com grande facilidade.
Que mota!!!

Depois da lama na Covoada, vieram alguns percursos mais secos e mais ao jeito de estradão, permitindo-nos fazer o gosto ao punho direito e rolar um pouco mais soltos.

Em algumas partes, a velocidade chegou a ser bem interessante e atravessar a roda traseira tornou-se uma rotina...


Já pertinho da zona norte da ilha, decidimos explorar um percurso que não conhecíamos e que parecia interessante.
Era em sentido descendente e ao longo da descida a vista era muito bonita.
Será que tinha saída???

Bem, nada como explorar o mesmo!

No fim da descida, uma surpresa:

O que é isto, rampas?
É para saltarmos?

A resposta para estas rampas é simples, estava-mos num trilho de bicicletas de BTT, mais concretamente de “DownHill” e as rampas destinam-se aos saltos loucos que estes meninos executam.
O Miranda sugeriu que tentasse-mos saltar, mas quando sugeri que ele fosse o primeiro a tentar, apenas expressou uma gargalhada bem ao seu jeito:

Belas rampas, mas não para os nossos “mamutes”

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Contudo, haviam algumas saídas laterais destinadas ao “DownHill”, mas não tinha-mos a certeza se estes percursos seriam viáveis na sua totalidade às nossas motas:

O ínico de cada um parecia simples, mas e o resto?
Se foi feito para bicicletas, acho que só mesmo uma mota de Enduro/MX poderá fazê-los também…

Achamos sensato não arriscar, até termos informações credíveis acerca do restante percurso.
No entanto, fizemos uma pequena caminhada para verificar se havia outra saída possível, sem termos que voltar para trás:

Mas parecia que não haviam saídas, apenas um trilho que se tornava cada vez mais estreito e cheio de árvores a barrar o caminho de várias formas:



Bem, estava mais que visto que a solução era voltar para trás…

E lá efectuamos as manobras de inversão de marcha:


Ficamos um pouco desiludidos por não termos arriscado aquelas descidas, mas mais vale a pena tentar mais tarde e com mais certezas do que arriscar.

Esta zona é muito bonita:

O Miranda pensava que estava na proa do Titanic:


Depois foi rolar calmamente em mais alguns percursos fora de estrada na zona da Ribeira Grande:

Passagem pela zona da Batalha, onde o piso estava muito solto, mole e irregular:


Por vezes a roda da frente ganhava vontade própria.

E após estes e mais um ou outro percurso, terminamos o nosso passeio molengão de Domingo.
Apesar de ter sido um passeio simples e calmo, apanhamos com muita lama e terra, que tão bem decorou as nossas “meninas”

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Esta é a decoração natural delas

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Para a próxima, temos que deixar a pasmaceira em casa…
Boas Curvas!
